
18/07/2012 - Essa entidade que ligeiramente se movimenta no invisível nos consome e, no fim, abandona-nos sós. Ela, que está sempre à frente, escapando-nos ainda que nos movimentássemos como Mercúrio, se torna uma opressora impiedosa e não misericordiosa. Tão má que destrói os que a ignoram e maltrata aqueles que a veneram. No fim, somos todos seus escravos.